domingo, 11 de julho de 2010

Aquela tal de saudade..


Essa mascara que cobre meu rosto, que não deixa transparecer a verdade, só me machuca cada vez que te vejo.

Acabo por desistir de tentar esquecê-lo. Meses e meses se passaram, e parece que foi ontem a ultima vez que nos sentamos naquela mesinha fria, e você me olhando nos olhos, prometeu não me deixar.

Todos sabiam o que realmente estava acontecendo, menos eu. Como eu queria não ter nunca provado do seu beijo, nunca ter estado com você de forma tão intima. Mas não sei bem se me arrependo, foram os trinta dias mais primorosos de minha vida.

Me entreguei sem medo de me machucar, mesmo sabendo de sua historia.

Mesmo sabendo que quando estava comigo, permanecia ausente em outro estado, em outro pensamento.

Hoje, para fazê-lo pensar que não o quero mais, o critico de todas as maneiras, uso de palavras que demonstram raiva, sentimento que não existe.

Pois na verdade te admiro, te acho o modelo ideal.

Mas você não saberá disso, não neste momento.

Esse tempo afastado em que pude viver minha vida na sua ausência percebi o quanto se encontra feliz.

Prefiro acreditar naquele ditado que diz “NADA É PARA SEMPRE”, não quero interferir em nada. Estarei nessa posição de observadora até o dia em que você volte-se para mim. E tome seu lugar em meu coração, que é de onde nunca deveria ter saído.

Confesso que tenho medo, de magoar pessoas que não merecem, de estar perdendo meu tempo nessa espera incessante. Mas não há escolhas, não há forças que me façam te esquecer. E você pensa que já não lhe tenho amor, mas tenho, alias você foi o único que me despertou tal sentimento.

Não mereces, sou tola e irracional de me permitir pensar tudo isso. Mas quando aparece esse sentimento denominado não sei o que, que surge não sei de que forma, não há racionalidade capaz de mudar qualquer razão. E não há ser humano que seja mais razão que coração quando ele bate a porta.

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