domingo, 22 de maio de 2011

Só quero estar se você estiver,
Só quero ser se você for,
Só quero abraçar o seu abraço,
Só quero beijar o seu sorriso,
Só quero cantar a sua canção...
Eu quero ser você,
Eu quero amar você,
Quero sorrir seu sorriso e chorar seu choro,
Quero enfim, estar, ser, permanecer, em você, por você...
Eu amo, porque você me ensinou o amor...

domingo, 26 de setembro de 2010

"Não preciso mais ouvir um EU TE AMO como todos os outros, apenas por saber que você me escolheu para estar ao seu lado, em meio a tantas já me basta"

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Não é demonstração de saúde, viver de forma lucida em um mundo absurdamente doente...

Onde está?

Ela tinha esperanças, isso não podia negar.

Tinha vontade também, e era ambiciosa, mas era terna. Isso a tornava fraca.

Olhinhos que buscavam desesperadamente seu lugar, mas seu lugar não era ali. Não era hora, não daquela forma.

Quem sempre sonhou com um papel principal, não passara agora de coadjuvante.

E os sonhos desabaram, assim como suas lagrimas, assim como seu sorriso.

Se sentia fraca, se sentia confusa.

A vida deveria vir com manual de instrução.

Ela às vezes se perdia nas suas idéias, o que ela necessitava sempre se contrapunha com o que ela queria.

Mas no fim, ela nem mesmo sabia o que queria.

E assim, consumiu sua vida. Buscando a felicidade sem limites.

Ela perdeu muito tempo com suas teorias mirabolantes, e esqueceu que a vida era curta de mais para colocá-las em pratica.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Ao despertar.

E nua, corria pelos gramados daquele lugar.
Falava com os pássaros, falava com as árvores, falava com ela mesma.
Tudo era tão novo. Se tornou insana, e a partir daí o mundo ganhou novo sentido.
Tinha agora, muitos amigos. E talvez nunca fora sido tão feliz.
Sempre lutara pra mudar tudo a seu redor, e perdeu a lucidez quando descobriu não ser capaz.
E hoje vive numa casa bem grande, junto com outras pessoas que assim como ela,
fazem da loucura sua doce realidade.
E nua, corria pelos gramados daquele lugar.
Falava com os pássaros, falava com as árvores, falava com ela mesma.

domingo, 1 de agosto de 2010

Meu tempo.

Não olhe!

Não pise!

Não corra!

Preste atenção!

Siga!

Tic-tac, tic-tac...


Pare!

Não coma!

Coma isso!

Acorde agora!

Vá dormir!

Trabalhe!

Tic-tac, tic-tac…


Não queira!

Compre isso!

Case com este!

Ame aquele!

Seja rico!

Tic-tac, tic-tac...


Viva assim!

More aqui!

Seja feliz.

Mas seja feliz do meu jeito!

Tic-tac, tic-tac...

Ela era toda razão.

Ela sonhava em ter o sol.
Ela desejava voar pelo céu.
Gostava de silêncio.
E no mesmo silêncio se entediava.
Era menina das cantigas de infância.
Era mulher que seduzia.
Era forte a ponto de esconder as lagrimas.
E se matava por dentro, por seus desejos.
Menina dos olhos castanhos e pele bem clara,
Mas o sol a tornou morena.
Escondeu por tanto tempo seu choro,
que se tornou incapaz de derramar se quer uma lagrima.
As cantigas de infância foram esquecidas,
os olhos castanhos e o corpo bonito já não mais impressionavam.
No silencio desejou mais e mais uma vez.
Tinha a ternura no olhar,
Mas tinha ambição na alma.
Essa vida teve fim, ela teve o que sempre quis.
Voou para o céu, e pôde possuir o sol.